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8 de jan. de 2010

EXCLUSIVO - Previsão da próxima FullGames

Não sei se vocês se lembrar quando falei que comuniquei com o Alexandre R. Silva, então, ficou devido, que, dia 6 de Janeiro a equipe FullGames estaria de volta ao trabalho.

Para da uma lembrada a ele, mandei uma mensagem "cobrando" o que ele tinha devido, simples, curta e direta, mas não cobrando como se fosse um chefe, e sim como um fã!

Claro, a equipe é muita atenciosa, e mais uma vez Alexandre R. Silva respondeu a meu e-mail!

Leia a resposta:
Oi Vinicius.. o jogo referido é Rainbow Six Vegas. O GRAW sai a partir do dia 18.


[]´s

Alexandre Rodrigues da Silva


Recebi mais que eu esperava, também mandou o dia de lançamento da revista FullGames 93! O G.R.A.W. que será lançado a partir do dia 18!
OBS.: Dois jogos seguidos de Tom Clancy's




Bom gente, isso é só, aleluia e infelismente já temos que nos despedir!

Aguarde, em breve sairá uma prévia de R6:V, outro jogo da Ubisoft (isso se lançar mesmo, é tudo apenas uma ideia! Se não lançar? Que pena, mas de uma coisa saberemos, será também um grande jogo!


Até a próxima ou será que não
Vinicius Duarte








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22 de dez. de 2009

Jogo do Ano: Uncharted 2: Among Thieves

Bom, mais uma vez, um OFF, mas agora com O JOGO do ano, nada menos que Uncharted 2: Among Thieves.


 Introdução
Não é fácil ser o sucessor de um jogo como Uncharted: Drakes Fortune. Nada fácil. O jogo que revigorou o gênero action / adventure / 3rd person shooter (dominado por Tomb Raider há tempos atrás), fez tudo tão bem, numa combinação tão sincronizada de plataforma, “stop ‘n pop”, gráficos, história e personagens, que fica realmente difícil imaginar uma sequência melhor em qualquer aspecto que seja. O comum na indústria, nestes casos de sucesso extremo de crítica e de público, é o famoso mais do mesmo com algumas pitadas de sal. Mas, um estúdio como a Naughty Dog não é mais do mesmo. Com um single player maior e mais profundo, um cast maior de personagens igualmente carismáticos e um multiplayer arrasador, Among Thieves é melhor em tudo e mais um pouco.



("Montagem" feita por mim, serve como wallpaper, clique na imagem para vê-la completa)

 História

Três anos após o incidente com o ídolo dourado e amaldiçoado em Uncharted, Nathan Drake é abordado por um velho conhecido, Harry Flynn e sua parceira, Chloe. Eles procuram o terceiro integrante necessário para adquirir um artefato antigo que pertenceu a Marco Polo e, supostamente, indica o paradeiro de sua frota de navios carregados com tesouros chineses.

Nate, uma espécie de Indiana Jones moderno, surgiu com uma combinação de coragem, sorte, humorismo e muita atitude. Cercado por um cast que consiste de uma jornalista humanitária e um velho interesseiro, egoísta e mulherengo, Drake se destacava no primeiro Uncharted como aquele que fazia tudo acontecer. Fosse em prol da loira bonitona ou do amigo das antigas.

Em Among Thieves, como o subtítulo sugere, nosso herói se vê em meio a um grupo totalmente diferente, onde todos os três possuem vontades distintas e, o mais importante, os próprios meios de conseguir o que querem. Ao chegar em um ponto da história, uma reviravolta (que não vou citar pra conter spoilers) faz todos os três seguirem caminhos diferentes em direção ao mesmo fim, mas com propósitos distintos. Isso faz com que novas facetas de Drake sejam expostas em relação aos seus relacionados, além de acentuar sua personalidade e o tornarem definitivamente aquilo para o qual ele nasceu: ser o herói no fim do dia.

Com a inclusão de um inimigo mais carismático, a volta do cast original e a inclusão de novos coadjuvantes muito marcantes, a história segue fascinante e envolvente até os minutos finais. Amor, ódio, dúvidas, o enredo é alimentado por todo tipo de sentimentos e desperta nos amantes de uma boa aventura o melhor que se pode conseguir em um gamer: a vontade de querer chegar ao final logo. A ânsia pelo próximo capítulo, a curiosidade pelo “tesouro final” e um genuíno sentimento de amizade entre o jogador e os personagens. Trabalho de primeira e sem igual. 

 Gráficos 
 Uncharted: Drakes Fortune é belo, muito belo. É tão belo que ainda hoje (dois anos depois) pode ser comparado frente a frente (e sai ganhando) de muitos lançamentos atuais. Among Thieves segue o mesmo padrão de seu predecessor. Ao contrário da onda de jogos sombrios, com paleta de cores mornas e texturas frias, o mundo de Drake vai totalmente ao contrário, com cores vibrantes e texturas maravilhosas que dão vida a uma direção de arte impecável, regadas com um dos maiores trabalhos de animação e mocap já vistos em um jogo.

Mesmo com um tom cartunesco, a qualidade de modelagem dos personagens beira o absurdo. A ND optou nesta sequência por utilizar uma engine de física “terceirizada” ao invés de aproveitar e implementar a sua engine proprietária. Com isso a engine gráfica do jogo (ND2.0) teve mais espaço para otimizações e o chip gráfico do PS3 teve mais espaço liberado para trabalhar em novos efeitos. O resultado é nada menos do que impressionante, mais polígonos, mais objetos, mais variedade e uma iluminação ainda melhor que o original.

Foco diferencial, três novos tipos de mecânica (fases que literalmente se movem e se modificam no meio do gameplay), texturas espetaculares para pedras, lodo, terra molhada, iluminação HDR e sombras dinâmicas 99% do tempo. Soma-se isso ao fato do jogo ser mais variado em localidades em relação ao primeiro e você tem um dos maiores showcases gráficos desta geração.

O jogo começa com uma breve apresentação ao jogador das novas fases na neve, passa por ambientes fechados em Istambul, dá um pouco de “deja vu” nas florestas de Drakes Fortune e daí pra frente só melhora. Guerra urbana no Nepal, uma viajem de trem desde a base até o meio das montanhas do Himalaia e um vilarejo tão vibrante em cores que é um colírio para os olhos. Geleiras, florestas, ambientes urbanos, montanhas, o contraste e sua variedade nunca dão sossego para os olhos. Depois de Among Thieves, qualquer outro jogo parece feio e morno. O alto padrão foi lançado e as outras produtoras que corram atrás, porque o contraste com os outros jogos também é gritante.

Um destaque a parte vai para a animação do jogo. Com cutscenes feitas 100% com mocap e um sistema de blending de animação, tudo no jogo se move de forma tão fluída que não fica muito mais real do que isso. Você pode recarregar a sua arma pulando, nadando, pendurado, rolando, machudado, atirando ou escalando, se você faz na vida real, Drake faz. Existem diversos tipos de animações todas as vezes que você escala uma parede, pula um penhasco ou se pendura, Drake reage de um jeito diferente, cai de uma maneira diferente. Andar no gelo, na água, machucado, nas pedras, tudo tem sua animação própria e flui maravilhosamente bem.

 

 Jogabilidade
Among Thieves faz uma mistura de gêneros que poucos conseguem fazer de maneira bem feita. A mecânica do jogo corre em cima de três padrões básicos: shooter, plataforma e combate físico. Mas o mais interessante é que não são modos de jogos, a transição entre todos eles é nula, tudo funciona ao mesmo tempo e, apesar da separação por capítulos (sem loadings) limitar o que você pode fazer em certas partes, nos momentos mais caóticos do jogo você se pega atirando enquanto escala, lutando enquanto cai e se escondendo enquanto foge, tudo de uma vez só!

Na parte de shooter, o sistema de cover foi aprimorado, agora é possível criar sua própria cobertura usando alguns (poucos) objetos do cenário e sair de uma cobertura para outra com animações específicas para isso, o que evita (apesar de não completamente) o problema de Drakes Fortune de ficar exposto na troca de um cover para o outro. A mecânica das granadas melhorou e agora não é necessário equipá-las antes de atirar, além de uma nova opção para troca de armas em punho mais rápida. Os problemas ficam por conta do sistema de “grip” que nem sempre “cola” Drake no objeto em que você quer, além de algumas decisões dúbias de design onde você tem munição infinita (inexplicavelmente) em algumas partes, seguidas de outras onde sua arma simplesmente some. Os bosses, apesar de bons, poderiam ser melhores (mecanicamente falando, pois o contexto deles é ótimo). Mesmo com a retirada total dos QTEs (que considero algo bom) o alto padrão do resto do jogo deixa uma sensação de “poderia ser mais”, algo muito parecido com o que aconteceu em God of War 1.

No quesito plataforma, o jogo continua muito agradável, assim como seu predecessor. O enredo nos coloca em algumas situações realmente distintas e belas, escalando e pulando alguns dos cenários e construções mais belos que você já viu (muitos deles em pleno colapso). E o melhor: a mecânica não é muito exigente em relação a timing e limites do que pode ser feito, apesar de você às vezes se pegar pulando a partir do “nada” (pisando numa base em falso), o jogador tem uma liberdade de execução muito boa e praticamente qualquer um pode executar os saltos mais complicados com pouco treino, o que torna o jogo muito aberto e fácil neste quesito (sendo que a dificuldade é focada no tiroteio e nos inimigos). O ponto negativo vai para o fato de que, apenas com algumas horas de jogo saltando, escalando e atirando, aliados a animação brutalmente boa do personagem, você tem a nítida impressão de que pode subir em qualquer lugar! Você sente que tem o poder, mas o design das fases impede isso... Tudo o que pode ser escalado no jogo é pré-determinado. Isso gera um resultado não muito agradável, como se te premiassem com a melhor arma do jogo depois de não sobrar ninguém para matar. Um desperdício de potencial, apenas.

Como nota final, o sistema de combate foi simplificado em comandos, mas dificultado em timing, agora tanto você quanto os inimigos possuem counters, então apenas um pequeno atraso no imput e você perde a luta. Difícil dizer se uma mudança para o melhor ou para pior, apenas uma solução diferente de design que premia os mais atentos, ao invés dos dedos mais rápidos, como no primeiro. Particularmente, no modo Crushing (Hardest) isso se torna muito importante no jogo, então é bom treinar porque se errar um timing de soco no inimigo mais simples que seja, você morre.





 Som
Uncharted 2 Among Thieves usa o que eu costumo chamar de trilha sonora orgânica/dinâmica, que se adapta as situações de maneira diferenciada e não sempre convencional. As composições são originais e se encaixam perfeitamente na ambientação do jogo. Curiosamente, um dos momentos mais imersivos da aventura não possui trilha nenhuma! Apenas som ambiente, o que o torna o momento particularmente especial e único, principalmente no contexto em que ele se encaixa no jogo. Uma surpresa realmente agradável e bem vinda no meio do caos dos tiroteios e da tensão das plataformas.

No quesito VA, o jogo se destaca pela veracidade e emoção dos atores. Captadas diretamente nas sessões de mocap, as vozes são extremamente bem colocadas, uma decisão de produção extremamente feliz, que não limita os dubladores a assistir as cenas e depois imaginar o que se passa na pele do modelo digital. Sendo as vozes dos próprios atores de mocap o sistema permite uma atuação muito fiel e realística. Adiciona-se a isso a variedade de nacionalidades, que passa do inglês britânico, inglês americano, um alemão meio americanizado, até o tibetano (literalmente e sem tradução!), o jogo esbanja carisma no departamento sonoro.

As explosões estão excelentes e o som dos veículos também, o caminhar dos personagens em solos diferentes gera sons distintos e as armas possuem características e sons interessantíssimos, como o “whommmmp” do lança-granadas (que por algum motivo é extremamente sexy e divertido). Um bom trabalho na parte de efeitos nos ambientes (apesar de discretos e algumas vezes ofuscados pelo resto) fecha o pacote do som de maneira excelente.

Multiplayer
A grande novidade de Uncharted 2 Among Thieves se encontra aqui, um modo completamente novo e que, acredite, é tão bom quanto o single player. A primeira vista, principalmente pela limitação de 10 jogadores e pelos modos padrões de jogo, você pode achar que é apenas um bônus, pois nada aqui é novidade. Ledo engano. A grande vantagem e novidade deste multiplayer em relação aos outros jogos do mercado é a sua dinâmica. O sistema plataforma/combate/tiro, utilizado no modo single player parece brilhar muito mais aqui do que lá.

É realmente prazeroso ver toda a qualidade gráfica 100% transportada para este modo e as mecânicas funcionarem tão bem no sistema de players VS players. A lutas são muito variadas e apesar do sistema de respawn de armas (já abandonado em alguns FPS) limitar a ação em alguns pontos do mapa, é possível jogar de qualquer maneira, ter resultados completamente diferentes e igualmente divertidos. A praticidade para escalar, atirar, se esconder e campear é genial.

Com o famoso sistema de “Perks”, você ganha dinheiro baseado no seu desempenho para utilizas “booster” que alteram a jogabilidade do seu personagem como mira melhor, mais munição, mais velocidade nas escaladas, mais força, etc. Você vai gastar muito tempo aqui se quiser se tornar um bom jogador, a variedade de mapas e localidades do modo single reflete diretamente aqui, sendo os mapas muito ecléticos e diferenciados em design, com todo tipo de estrutura para se pendurar, esconder e lutar.

O ponto negativo fica por conta do lag (a maldição de todo jogador online, brasileiro principalmente) e algumas decisões inusitadas de design e de mecânica, como o sniper não matar com 1 tiro, o blindfire ser praticamente automático e outros. A demora para encontrar jogadores também é bastante criticada e você pode ser pegar esperando longos minutos sem ninguém aparecer pra uma partida simples. Porém, o jogo é atualizado constantemente (sem patchs, direto na conexão “on the cloud”) e a ND promete manter o multiplayer de acordo com a voz da maioria. Assim esperamos. Para finalizar, um modo Co-op com até três jogadores, divididos em Objective, Survival e Gold Rush fecham o pacote. Viciante, pra dizer o mínimo.


Conclusão  

 Uncharted Drakes Fortune é o jogo que faz você ter vontade de comprar um PS3. Uncharted 2 Among Thieves é o jogo que faz você comprá-lo. O pacote é completo: gráficos top de linha, enredo cativante com personagens marcantes, jogabilidade boa e multiplayer matador fazem o fator replay ir nas alturas. Suporte a troféus, Invite in game e interface excelente escondem os pequenos defeitos de design e mecânica, que são mínimos e não afetam a experiência total.


 Prós

- Personagens carismáticos e enredo imersivo
- Jogabilidade variada e orgânica, sem transição, deixa tudo prático e visceral
- Replay praticamente infinito
- Gráficos lindos e direção de arte genial
- Valor de produção ridiculamente alto



Contras
 - Ter que escolher entre a morena e a loira
- Bosses enfadonhos perto do conjunto todo
- Algumas decisões de design pobres, principalmente no quesito plataforma (isoladas, mas estão lá)
 


 Até a próxima
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21 de dez. de 2009

Divulgação dos novos lançamentos, exclusivo em janeiro

Bom, o blog está crescendo, agora é hora de sair dos "bastidores" e mostra para todos, o nosso crescimento. Bom, se trata de um e-mail meu com o da revista FullGames com uma intensão de... Ah, vocês podem muito bem lerem.

Obs.: Caso não saibam meu twitter, é só clicar aqui e me seguir, e quem respondeu o e-mail foi um membro da comunidade no orkut, Alexandre, e que trabalha na revista, e só você abrir a sua revista FullGames, e na página de editor, procure por Alexandre R. Silva, seu twitter? É só clicar aqui.

Meu e-mail:

Olá caros amigos,

Sou dono e o único que leva do blog revista FullGames ( http://www.revfullgames.blogspot.com )para frente, tem autores, mas eu não publicam nada, mas espero que aceite a ideia de termos um blog em seu nome , também sou um grande membro ativo em nossa comunidade no orkut ( http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=12686324 ), e claro, sou seguidor no twitter ( www.twitter.com/revfullgames ), onde só criei um twitter para receber atualizações da revista.

Nos últimos dias mandei um e-mail pedindo sobre a revista TrackMania, é, infelizmente não tem em estoque mesmo, mas eu me conformo.

Gostaria de dar em primeira mão, na comunidade, no blog, no twitter, uma "novidade".

Gostariam que me mandasse alguns possíveis lançamentos nas próxima edições, sei que podem, porque já fizeram isso, e o homem até colocou na comunidade ( http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=12686324&tid=2593789357031716760 ).

Não estou obrigando, também porque não tenho moral, mas, se possível, eu imploro.

Abraços, Vinicius Duarte, um fã


o e-mail de resposta:

Olá Vinicius,

Estaremos de férias coletivas até o dia 6 de janeiro de 2010.
De qualquer forma fico feliz pela sua dedicação. O que posso prometer é que já temos o nome do jogo que seguirá o GRAW. Quando voltarmos em janeiro te passo em 1a mão qual qual será ele ok??

Obrigado e boas festas!


Atenciosamente,

Alexandre Rodrigues da Silva



Agora é só esperar, e em breve, aqui no blog, em primeira mão, a próxima FullGames, claro, depois de G.R.A.W.

E aí, pense em excelentes jogos lançados entre 2005 a 2007 (Por aí) para um "chutômetro" do lançamento da edição 94.

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4 de nov. de 2009

OFF - Left 4 Dead 2

Esse tópico está mais destinado ao Bruno que escolheu esse OFF, do que a prévia do Splinter Cell Double Agent.

Ok, ele já criou uma prévia deste grande jogo, o L4D2 em um outro lugar, clique aqui para visualiza-lo. Ainda espero o contato de Markim, Zé, Eduardo, Lucas, Jamil e Fernando, para fazerem parte da equipe, basta entrar em contato pelo MSN, vini.duarte.lage@hotmail.com

Mas agora vamos entrar em um mistério, ainda exitem vários zumbins rondando por aí, e será quem L4D2, você é capaz de derrota-los? Vamos ver se é capaz, mas se prepare, por que aí vem eles, com uma pequena prévia, do que será esse jogo. Então, pegue suas armas e começem a se preparam, pq eles, estão chegando...



Cenários
Desta vez a Electronic Arts caprichou nos cenários, aparecem cenários localizados em locais mais ao sul dos Estados Unidos, na região de Georgia e Louisiana, mas o que mais me atraiu, foi os novos efeitos de ligados ao clima de horário do dia, só imagine ver como ficaram os pântanos aguacentos de “Swamp Fever”.



Gráficos
Sinceramente, acho que poderiam dar um melhor esforço nos graficos, apenas por algumas imagens, na minha opinião, poderiam ser melhores. Se o jogo fosse da Ubisoft, ow, sem comparações, seria mil vezes melhores.

Modos de jogo
O jogo trará dois tipos de modos de jogo, Limpando as Ruas e Uma chuva nada comum.
O primeiro Left 4 Dead causou um impacto inédito no mundo dos video games devido à combinação única de FPS com "survival horror". Ação intensa e zumbis, portanto, você encontra de sobra. Dessa forma, são fortes as expectativas em torno do segundo game da Valve Software, que tenta inovar ainda mais a experiência com modos de jogo diferenciados e envolventes. Fonte: Baixakijogos

Modo Limpando as Ruas
O objetivo é sobreviver pelo maior tempo em uma determinada área, uma mistura de Survival e Versus. Mas o legal não é só matar zumbins, eles tb tem que encontrar recepientes de gasolina e trazer para o centro do mapa, mas pra que essa porra? Simples, para impedir que os sobreviventes tem sucesso. É, desda vez pegaram pesado, bando de motherfuckers....

Uma chuva nada comum
Pow, o nome ja fala quase tudo, é uma chuva nada comum, e o que é uma chuva nada comum? O que molha tudo, até os jogadores, de tanta água, e ainda tem que comprir objetivos e se livrar de zumbis (Jura?) em cada ambiente mais cobuloso que o outro, e esses cenários, claro, muito parecido com os do Estados Unidos (¬¬') onde a chuva ataca muito. Nem precisa falar, vai ser também muito difícil completar os capítulos finais dessa campanha, e a principal promessa e a I.A. (inteligencia artificial) de peso...

Introdução Left 4 Dead 2:




Desenvolvedor: Valve Corporation

Distribuidor: Electronic Arts; Steam (Há, para vocês que achavam que desenvolvedor é a mesma coisa de distribuidor)

Gênero: Ação/Plataforma

Lançamento: 17 de novembro de 2009 (Mesmo dia que Call of Duty: Modern Warfare 2)

Faixa etária: Indefinida (Deixa eu adivinhar, 18 anos)

Jogadores: ?

Suporte Online: Sim (O que seria de Left 4 Dead sem suporte online?)

Aprendizado: ?

Requerimentos:
S.O. (Sistema Operacional): Windows XP, Vista e Vista64
CPU: P4 3.0 GHz, Dual Core 2.0Ghz ou AMD64 X2 (ou superior)
Memória RAM: 1 GB para XP / 2GB para Vista
Leitor: DVD-ROM Drive
Espaço de disco: Pelo menos 7.5GB de espaço livre
Placa de vídeo: Compatível com DirectX 9 - A placa de vídeo deverá possuir pelo Menos 128MB de memória e suportar pixel shader 2.0 (ATI 9600 ou superior, nVidia 6600 ou superior)
Placa de som: compatível com DirectX 9.0c

Conclusão
Em poucas palavras, já digitei muito pow:
Positivos: Modo de jogo e adrenalina
Negativos: Gráficos (Por imagens)




Até o próximo OFF, será uma uma surpresa
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3 de nov. de 2009

OFF - Assassins Creed 2

Bem, agora estamos em mais um OFF e desta vez com uma prévia de um grande jogo, um jogo que em nossa comunidade é muito reconhecido e praticamente, todos os membros ATIVOS tem o jogo, então todos estão anciosos para o grande lançamento da segunda edição da série:



Um jogo muito esperado principalmente no XBOX 360º, mas também nas plataformas de PC, PS3, DS e IP (IPhone).
Confira o trailer:



E como podemos ver, em mais uma vez o Ubisoft supera em mais um grande jogo, onde sem comparações a Ubi ganha da Sierra (Mesmo com TimeShift e F.E.A.R.), também ganha disparado da EA Games (Electronic Arts Brasil).
Vamos só ver algumas da Ubi já lançou e que a Revista FullGames já nos disponibilizou: Age of Empires Collector's Edition, Prince of Persia - The Sands of Time, Splinter Cell, COLD FEAR , Rainbow Six: LockDown, FarCry, Resident Evil 4, DRIVER 4 - PARALLEL LINES , Prince of Persia: The Two Thrones.
Humilhou.

Geral
Mas estamos aqui é de Assassins Creed 2, e após ler em algumas fontes, vi que um grande potencial do Assassins Creed 2 é que é você construir uma vila sua, cheio de obras e com lojas e ingrejas.
Na versão de XBOX 360º os golpes de ataques mudaram de botões e claro, o estilo de matar também mudou, e para melhor.

O personagem
O personagem de Assassins Creed 2, você assumi o controle de Enzio (se não me engano), um viajante genético, alguns momentos após o final do primeiro título.

Animous 2.0
Novamente ele está com Lucy, que tem alguns minutos a conectá-lo com Animous.

O gráfico
Como é de se esperar para esse mês, os jogos prometem vim com um excelente gráfico, caso do Call of Duty: Modern Warfare 2 e Left 4 Dead 2, que também por ai. AGUARDE.

Trilha Sonora do jogo
Que coisa inútil, uma trilha sonora para um jogo, mas tudo bem porqu o estúdio da Ubisoft informou que o disco de Assassin's Creed 2 chegará às lojas em 16 de novembro de 2009. As faixas são obras de Jesper Kyd, compositor da série de videogame Hitman. Affew, vai gastar dinheiro com outra coisa...

Lançamento
América, 17 novembro de 2009
Ásia, não divulgado(Vai fora, pq mata é os povo oriental)
Europa, novembro de 2009
Oceania, novembro de 2009

Sexo
Benoit Lambert, da equipa de Assassin's Creed 2, confirmou ao site VG247 que o jogo irá contar com "um bocadinho de sexo". (Uii) "O Ezio é um mulherengo," disse Lambert. "Há um bocadinho de sexo. Não posso dizer mais."

Requisitos
Não encontrei os requeisitos =[, mas esse post pode ser atualizado.

Esperem até o de 17 desde mês, felismente Assassins Creed 2 será lançado, enquanto isso, vá jogando Prince of Persia: The Two Thrones, que está na FullGames ed. 91, você não tem? oO, clique aqui para compra-lo, é sem 100% seguro

Dados Assassins Creed 2
Desenvolvedor:Ubisoft Montreal
Distribuidor:Ubisoft
Gênero:Ação/Plataforma
Lançamento: 17 de novembro de 2009
Faixa etária:Indefinida
Suporte Online:Não

Vídeo: Jogabilidade - Armas




Imagens:










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1 de nov. de 2009

OFF - Call of Duty: Modern Warfare 2

Dizer que Call of Duty: Modern Warfare 2 é um dos maiores e mais esperados jogos do ano já está ficando cansativo, no entanto alguém questiona tal afirmação? Com a data de lançamento se aproximando e a ansiedade crescendo o Baixaki Jogos resolveu dar uma última olhada nesse jogo que promete dominar o final de ano dos fãs de FPS.

Também vale lembrar que Modern Warfare 2 irá compor uma tropa de elite da franquia Call of Duty. Ao lado de Modern Warfare: Mobilized (para o Nintendo DS), Modern Warfare: Reflex (um port de Call of Duty 4 para o Wii) e uma revista em quadrinho (HQ) intitulada Modern Warfare 2: Ghost, o lançamento da continuação direta de CoD4 será um evento não apenas para o mundo dos video games, mas para o universo do entretenimento.
Fonte: baixakijogos.



(Temos que lebrar que no Brasil é Dia/Mês/Ano e nos EUA é Mês/Dia/Ano, então o lançamento é dia 10 de novembro de 2009)

Sabemos que Call of Duty é o jogo, humilhando e sem comparações bilhões de vezes melhor do que outro outros jogos, caso de CS, que eu desprezo aquela merda, mas voltando ao assunto de Call of Duty, podemos afirmar que este próximo lançamento, o Call of Duty: Modern Warfare 2 é o mais esperado da série, e, que, graças a Deus vai ser muito bem aceito aqui, já que retrata em uma de suas fases o cenário do Rio de Janeiro, claro, apenas na guerra, nada de as forças armadas do Brasil derrotando terroristas no Rio.

Com belíssimos gráficos, pelo que vemos em vídeos e imagens, o jogo promete estar em milhares de computadores uma semana depois de seu lançamento, boa parte pirata, mas graças a Deus hoje em dia ainda existe pessoas concientes que compram produtos origianis (meu caso. Mas o que surpreende no novo Call of Duty é a criatividade, com ideias imaginaveis e recuros, e com alta tecnologia.

Concerteza será uma revolução no mundo de jogos, especialmente para o estilo de guerra e para a série Call of Duty, será um novo estilo de se jogar e de pensar como um soldado em plena uma guerra, que parece ser retratada a 3ª guerra mundial (minha opnião) e que não está longe para acontecer.



Veja o vídeo que está deixando os fãs cada vez mais anciosos:


Prévias:










(Clique nas imagens para amplia-las)

Até lá ainda a tempo de bastante de mudar placa de vídeo, memória, precessador, geforce, mouse, teclado, gamepad e tudo, pois os requisitos são:

Microsoft Windows XP, Vista e Windows 7; processor Intel Pentium 4 3.2 GHz ou AMD Athlon 64 3200+; memória de 1 GB RAM; placa de vídeo ATI Radeon 1600XT ou melhor, 256 MB NVIDIA GeForce 6600GT ou melhor; Microsoft DirectX(R) 9.0c; 12GB de espaço livre no HDD.


Em breve...Assassin's Creed 2, aqui em OFF

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